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06/06/2013

O modernismo em Portugal I

Primeiro Modernismo
Em fins de Março de 1915, apareceu em Lisboa a revista Orpheu, fundada por Fernando Pessoa, Mário de Sá Carneiro, José Pacheco, Armando Cortes Rodrigues, Alfredo Guisado e outros.
Os autores citados, a que depressa se juntaram Almada Negreiros, Santa Rita Pintor, Ângelo de Lima, António Botto e Raul Leal, quase todos refletindo o cosmopolitismo parisiense, mostravam-se entusiasmados com as novidades do futurismo e começaram a espalhar a estética modernista nos meios literários do país.
Serviram-se para isso de revistas adrede fundadas, todas de vida efémera, mas com sérias repercussões na poesia portuguesa:
  • Orpheu (3 números em 1915)
  • Centauro (1 número em 1916)
  • Exílio, Portugal Futurista (1 número em 1917)
  • Contemporânea (13 números de 1922 a 1923)
  • Athena (5 números em 1924 e 1925)

Em artigos e poemas, os colaboradores destas revistas mostravam-se irreverentes para com as formas e processos artísticos do passado; visavam a originalidade incondicional e à custa de tudo; e, com maior ou menor fidelidade, adotaram o credo futurista, tal qual o expusemos acima.
Como autores mais representativos deste primeiro modernismo, vamos estudar Mário de Sá Carneiro e Fernando Pessoa.


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