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10/03/2012

O que é a Eutanásia?

A eutanásia é a prática pela qual se abrevia a vida de um paciente com uma doença incurável de maneira controlada e assistida por um especialista.
A eutanásia apresenta questões de  ética e  direito, isto quando o Estado tem como princípio a proteção da vida dos seus cidadãos. Por outro lado, existem aqueles que, devido ao seu estado precário de saúde, desejam dar um fim ao seu sofrimento antecipando a morte.
Independentemente da forma que a Eutanásia é praticada, seja ela legalizada ou não (em Portugal é considerada ilegal), ela é considerada um assunto controverso, existindo sempre prós e contras, ou seja, t

eorias eventualmente mutáveis com o tempo e a evolução da sociedade, tendo sempre em conta o valor de uma vida humana.

Existem dois tipos de eutanásia:
  • eutanásia activa 
  • eutanásia passiva 
A eutanásia activa (ou indirecta) é acção realizada com o propósito de causar ou acelerar a morte. Essa ação pode incluir injeção letal ou overdose aplicada por um médico. “O suicídio assistido por médico” significa que um médico ajudou uma pessoa a se matar. Especificamente, isto quer dizer que o médico fornece a receita ou outros meios para uma pessoa se suicidar. Não é o médico mas a pessoa que executa a acção letal.

A eutanásia passiva (ou directa) é acção negada com o propósito de causar ou acelerar a morte. Essas medidas incluem suspender ou retirar medidas não heróicas, inclusive alimento, hidratação (água), e oxigenação. Exemplos desse tipo de eutanásia são os muitos infanticídios cometidos anualmente nos EUA, com a negação de alimentos e água aos bebés deficientes recém-nascidos, que de outra maneira teriam vivido. Outro exemplo de eutanásia passiva é a negação de alimentos e água a alguém que se encontra no estado chamado “estado vegetativo persistente”, ou a alguém cuja saúde não esteja melhorando suficientemente rápido, na opinião dos familiares que cuidam da sua saúde.

É relevante distinguir eutanásia de "suicídio assistido", na medida em que na primeira é uma terceira pessoa que executa, e no segundo é o próprio doente que provoca a sua morte, ainda que para isso disponha da ajuda de terceiros.



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